“Colhi uns versos pra ti que eu tinha guardados n’alma
e nessa milonga calma vou te cantar bem baixinho
faz de conta que é um carinho que o meu coração e alcança
nessa milonguita mansa pra se cantar sem gritar
Quem de amor quiser falar sem assustar-lhe o encanto
não precisa gritar tanto que o canto perde o sentido
sussurrada ao pé do ouvido qual coração não balança
numa milonguita mansa pra se cantar sem gritar
Por isso ao escutar desconfie do cantor
que pra cantar o amor esquece desse detalhe
e deixe que a alma fale o que lhe vier na lembrança
numa milonguita mansa pra se cantar sem gritar”
…
letra de Silvio Aymone Genro
musica de Pirisca Grecco e Duca Duarte
Finalista da 36ª Califórnia da Canção de Uruguaiana
prêmio de Melhor Interprete para Pirisca.
Faixa 7 do CD Clube da Esquila com:
Pirisca Grecco (voz), Duca Duarte (baixo), Texo Cabral (flauta)
Rafa Bisogno (bateria), Paulinho Goulart (acordeon),
Matheus Categuinha (violão), Tuny Brum e Marcio Correia (vocais)
…
OUÇA SEM MODERAÇÂO
Linda a milonguita, Piris! Canta manso que o Rio Grande agradece! Aquele abraço
Tá espetacular, como o resto do disco! Me fez lembrar uma milonguita vieja de Don Atahualpa, Milonga del Solitario http://www.youtube.com/watch?v=Yt4bkUj7pH8&feature=fvst
“Siempre bajito he cantao,
porque gritando no me hallo.
Grito al montar a caballo,
si en la caña me he bandeao.
Pero tratando un versiao,
ande se cuenten quebrantos,
apenas mi voz levanto
para cantar despacito.
Que el que se larga a los gritos,
no escucha su propio canto.”
Se lavaram, Don Ata, Don Sílvio, Pirisca y Duca!