Trilha Sonora ANIMAL

Honra e Alegria estar integrando o CD da Trilha Sonora da Minissérie que virou Filme, inda mais ao lado de grandes nomes da Música Gaúcha e Brasileira como:
Serginho Moah, Bebeto Alves, Silvio Marques, Zizi Possi, Zeca Baleiro, Na Ozzetti, Luiza Casp Ary e Deisi Coccaro.

Confira no link Abaixo:

Adelante Comparsa !!!

Quarta da Tradição – segundo galope

Sim, Senhoras e Senhores…
Já temos um espaço na noite do Velho Oeste para o culto ao que é nosso.
O Truco, o mate, a gaita e o violão. O assado, o Baile, o fio de bigode e o aperto de mão.
E a porteira do Mr. Dan Pub segue escancarada para a Cultura Gaúcha…
Ainda sonhamos em ver as mesas tomadas de livros do Rillo, do Biratuxo e do Nico.
Gurizada bem pilchada tomando conta da sala e, no pátio, dois ou três tonéis fumegando a espera das Invernadas e Confrarias. Enfim, o Mr. Dan tornou-se nosso Galpão, ali na esquina da Duque, para abrigar a tua arte: Livro, discos, fitas K7, esculturas, pinturas, trança e indumentária. Tá afim? Então chega junto! Hoje tem.

ALI NA ESQUINA DA DUQUE

Me desculpe, meu patrão
Mas nessa quarta eu não posso
Tem Baile no Mr. Dan
E, sabes que eu sou do troço
A Quarta da Tradição
Convocou este peão
Pra defender o que é nosso
25 de febrero
To me largando pro povo
Eu quero escutar de novo
O Pirisca e o Gaiteiro
Chego cedo, evito a fila
A entrada é só 10 pila
Vai dar bem no meu dinheiro
No outro bolso o baralho
E vá que alguém me retruque
Eu vou fazer o meu nome
Ali na esquina da Duque



Clique AQUI e saiba mais sobre o EVENTO

Carnaval do Rillo

São Borja, 7 de fevereiro de 2015.

Há quase meio século, realiza-se o Concurso Regional de Músicas para o Carnaval que leva o nome do Poeta Apparício Silva Rillo. São 48 Edições ininterruptas.
Tenho a impressão que este é o mais antigo Festival, em atividade, do Estado.
Portanto, se FOLCLORE é o estudo das Tradições e do Saber de um Povo, certamente o “Carnaval do Rillo” está aí para ser estudado.

(clic:PatricAranda)

A convite dos Taipeiros Pedro ¨Rimas¨ Ribas e João Kanieski tive a grata felicidade de “puxar a oito soco” no Palco do Festival ao lado do virtuoso clarinetista Luís “PQD” Silva (comigo na foto acima) que desfilou seu talento pelos Palcos e Pátios da Missioneira São Borja arrebatando o troféu de Melhor Instrumentista.

A estrada da arte nos possibilita fazer Novas Amizades e reafirmar as Velhas.
Foi uma Alegria conhecer o Gabriel e seu bandolim; o Érick e seu contrabaixo; rever o Denir (batéra do Clube do Samba) e acompanhar a talentosa amiga Paola Matos.

GRUPO SAMBA DOS PAMPAS (da esquerda para a direita)
Gabriel, Tailini, João, Luís PQD, Paola, Yo, Pedro, Denir e Erick

Nossa MARCHINHA foi premiada com o SEGUNDO LUGAR.
\o/nossa alpargata também tem samba no pé\o/
Abaixo, confira o VÍDEO da apresentação e acompanhe a LETRA:

A ALA PUXA SAMBORJA
(Letra: João Kaniesk, Pedro Ribas e Jordan Nunes
Música: Gabriel Opitz, Erich Castro e Paola Matos)

“Sambou, sambou, sambou, São Borja
A noite vem se apresentando
Eu te falei que em terra bem Gaúcha
nossa milonga muda o assento e o samba puxa

E puxa, tchê. E puxa
te aprochega, tchê
que a Ala puva

Cá na fronteira só porque uso bombacha
E você acha que meu samba é sem axé
Não me rotule pela minha indumentária
Nossa alpargata também tem samba no pé”


Minha GRATIDÃO com letras maiúsculas à Ramão e Matheus Rillo Moreira,
Loguércio e Família Rillo, extensivo à Confraria Ventania.
Gracias pela Hospitalidade e convívio acrescentador.
“Tamojunto”, Gurizada !!! Sempre !!

Em outra ocasião estive julgando esse mesmo Festival:
CLIQUE AQUI E VISITE O POST

Adelante !
GRECCO

Quarta da Tradição

Quarta tem Show. Quarta tem Baile. Quarta tem Churrasco. Quarta tem mate e tem trago.
Quarta vou me encontrar com uma Gurizada Gaúcha que há tempos procura um lugar na noite de Uruguaiana pra manter acesa a chama da Tradição !!! Bamotodos ???

A QUARTA DA TRADIÇÃO é pra quem defende a Cultura Gaúcha, pra quem se orgulha em andar Pilchado o ano todo, pra quem carrega seu Mate embaixo do braço pra todo lado, pra quem não se importa com o cheiro da fumaça do Assado, pra quem gosta de Bailar uma vaneira ou chamamé, ou tá louco pra aprender, pra quem abre o peito quando ouve aquela música das nossas. Estamos aí, Gauchada Amiga. Com humildade e dignidade ao lado do Hermano Renato Fagundes dando o “primeiro galope” amadrinhado pelo Mr. Dan Pub e pela Officina 52, divulgando aqui nossa tentativa de “demarcar território” diante do bombardeio Cultural que assola o Velho Oeste.
Conto e Canto contigo para virar esse jogo !!!
+ informações sobre o evento no clicando aqui

ACIMA: o vídeo com a chamada para Radio
ABAIXO: a Pajada para Mr. Dan

“Mr. Dan abre as porteiras
Pra Quarta da Tradição
Semana sim, outra não
mas sempre na Quarta-feira

No 11 de Fevereiro
já no seu Primeiro Ato
Show com Pirisca e Renato
Logo, um Baile à moda antiga
Enquanto a cordeona chora
Um churrasquito lá fora
Vai enganando as lombriga

É a Quarta da Tradição
que só tem no Mr. Dan
Vai de Táxi, vai de Van
De a Cavalo se quiser
Custa 15 pros Campeiro
e 10 Real pras Mulher.”

Desde já, Gracias a todos que mantêm essa chama acesa!
Adelante !!

porque pedalar

São Borja, 28 de janeiro de 2015

Não éra o caminho mais curto pra casa mas, só pelo abraço, por estar perto dessa Gurizada Akadêmica que nos representa nessa Pedalada, já valeu. O cenário foi o velho e bom Armazém do Pêpo para uma noite de Solidariedade, muita Arte e Buena Onda.


O amigo e confrade Diego Mota Dorneles, o Mococa, somou-se a trupe ostentando a Bandeira da Missioneira e Fronteiriça São Borja. Terra dos Angueras, da Barranca, da Confraria Ventania, dos Rillo e de tantos e tantos Amigos que essa Estrada da Arte e do Querer Bem nos regalou. João Zabaleta veio da Capital para o show e segue a viagem…


E porque pedalar?

*porque estão cogitando a construção de uma Represa em Panambi que pode comprometer o Salto do Yucumã e a maior reserva de Mata Atlântica do RS.


*porque a gasolina tá R$ 3,50
*porque enquanto a população cresceu 3% a frota cresceu 100%
*porque o governo dá privilégios fiscais para as montadoras de carro para gerar meia duzia de empregos e acaba causando a morte de centenas de gaúchos nas escassas estradas do Sul. Reduzem o IPI do carro, da Bice não !?!?!


*porque nos torna mais humanos e podemos testemunhar a solidariedade de cada irmão. (Cada lugar onde chegam pessoas, que nunca viram, abrem as portas de seus lares).
*porque acende aquela chama da Saudade, do Zelo, do Amor. Coisa que, as vezes, deixamos amornar no convívio diário com a Família. Como somos tolos !!!

Existem infinitas razões para pedalar. Encontre a sua.

Marco Antonio Rillo Loguercio
27 de janeiro às 09:56 · Editado ·
Intimação Cultural!
O que leva homens fronteiriços a saírem numa jornada sobre rodas: A busca pelo Pampa, o desbravar rotas desconhecidas, o conhecer a si mesmo, o remontar a história gaúcha! Podemos chama-los de tropeiros da modernidade, onde, sobre o lombo de uma bike deixaram seu pago para semear sua cultura e sua arte nos rastros de um novo pago. Há hospitalidade do gaúcho, a sombra e água fresca para seu descanso, o compartilhar de um sonho nas páginas viradas de um Terra Adentro, de um itinerário desapegado das horas. Os homens do sul chegaram a São Borja/RS para dividirem seu ideal de pássaros livres. Vamos todos estender os braços e viajarmos juntos nesta noite de arte e cultura no Armazém do Pepo. Toda a renda sera revertida para esta jornada sobre rodas. Cantemos juntos “Quem nunca saiu de casa, não tem para onde voltar”. Salve Salve.



Segue sugestão de Trilha Sonora interpretada pelo nosso Presidente Nandico:
(clique no link abaixo e boa viagem)



Sigam com Deus, Gurizada Akadêmica !!
Sentimos a falta de vocês. Mas estamos profundamente orgulhosos dessa façanha.
Que sirva de modelo a toda Terra !

Amigos da 89FM documentaram a passagem da Bicicleteada Missioneira.
(clique no link acima e saiba mais)

Eu sou Barão

Santa Maria, 25 de janeiro de 2015.

Minha história nos Festivais Nativistas começou no século passado…
Era inverno de 1999. Minha esposa estava grávida e, na ocasião, eu produzia e apresentava na Rádio Atlântida o programa Cotonete (“pra limpar os seus ouvidos”), de quebra, tocava música popular brasileira em alguns botecos do Velho Oeste, quando veio a notícia que havíamos classificado uma canção para a 19ª Coxilha Nativista.

Comprei bota, bombacha e faca nova pra embarcar de carona com o amigo Flavio Zum até Cruz Alta/RS onde defenderíamos “Sumo de Mim”. Esta mesma canção credenciou-se para a Califórnia da Canção, que ocorrera no fim daquele ano em minha cidade natal.

Vira o ano, muda o século e, em março de 2000, outra oportunidade de cantar num Festival. Agora a canção “Mão Ligeira” (de Tulio Urach, Juca Moraes e Miguel Azambuja) no Canto da Lagoa em Encantado/RS. Lá vieram os primeiros prêmios e a convicção de seguir navegando pelo mar da Música Regional. Na ocasião o amigo Ângelo Franco procurava alguém para “rachar um Ap” no coração do Rio Grande.

Topei!

Minha Filha Antônia acabara de nascer e eu sentia a necessidade de fazer algo mais pela carreira, pela minha vida e, agora, pela vida da minha Família. Então passava os finais de semana em Uruguaiana com as gurias e, durante a semana, me mandava pra Santa Maria. Bater na porta dos estúdios, colocar voz em jingles, gravar para Triagem e tentear alguns botecos. Matriculei-me numa aula de contrabaixo na MUSIARTES. Foi importante e abriu muitas portas pois, fui o baixista no lançamento do primeiro CD do Érlon Péricles. Além do mais toquei com Ana Negrelo, muitos Festivais começaram a pintar e tive a grata oportunidade de fazer algumas Rodas de Samba com o amigo Pedro Ribas.

Amigo esse que me arrastou pra Quadra da Escola, me apresentou à Família Messias e ao Bairro Itararé. Provei e gostei. Hoje com muito orgulho sinto-me parte dessa Comunidade que, mais um ano, nos oportuniza compor e cantar seu Samba na Avenida.

Na foto acima: Yo, Pedro Ribas e sua filha Bibiana (Mascote da Harmonia)
contrapondo com as boleadeiras e cavalos na parede.


Segue a letra do Samba da Barão de Itararé para o Carnaval 2015 em Santa Maria/RS:

A Barão de Itararé canta e encanta a avenida com a energia dos Orixás na Religiosidade Afro-brasileira

“O O O

Vem no batuque do tambor, vem celebrar
Ago, Ketu-Nagô, Yorubá
povo guerreiro, gente de fé
eu sou Barão, eu sou senzala eu sou Axé.

No Reino de Olorum
o barro, origem da vida
do Sopro Divino, um novo destino
que vem de lá e desembarca na avenida

Africa, berço da humanidade,
escrava da desigualdade
encontra nos seu rituais
Cura pra dores e males
amor e saudade
dos seus ancestrais

Chora o povo de Aiyê
que a força de Orum vai libertar
verdade e justiça há de ser
alento para quem acreditar

Negro…
Indio, mulato, Caboclo, tá loco pra jogar
Preto…
Branco, Amarelo, aquarela que Orum veio pintar
Resiste um velho Quilombo
Sincretizado na Fé.
no canto da Barão de Itararé

O O O”

(AUTORES: Mestre Zinho, Pedro Ribas, Pirisca, Edinho e Leandro Sassi)

Hoje está chovendo e Santa Maria chora os 2 anos da tragédia da Boate Kiss.
Meus sentimentos, meu respeito e minha oração a esse povo querido e acolhedor.
Valeu Boca do Monte ! Um dia eu volto !!