o que eles disseram


#FalaAgora


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*Esteban Tavares no Twitter:
Acho que meu pai só me perdoou inconscientemente depois que eu toquei com o @piriscagrecco.


*Nico Fagundes no CD Muchas Gracias
“Pirisca Grecco é o jovem príncipe de uma dinastia real. Correm nas suas veias caudais bárbaros ou civilizados, conforme provenham dos fogões guerreiros ou de galpão ou conforme venham das sisudas universidades até estrangeiras. Tudo isso corre nas veias desse jovem gaúcho grande e forte. Como artista, ele reinventa o mundo a cada passo.”


*no Diário de Santa Maria sobre #ComparsaEletricaOFilme:
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2015/09/pirisca-grecco-e-seus-comparsas-de-banda-gravam-filme-em-santa-maria-4853839.html


*no blog EstebanBR papo com Carol Bitencourt:
https://estebanbr.wordpress.com/2015/07/18/ja-conhece-o-pirisca-grecco/


*no Facebook do “Vini Cius” sobre o Clube da Esquila:
“Ontem foi uma noite especial, repleta daquelas coisas que me movem: amigos, cultura, música bonita e bem tocada.
A apresentação do Clube da Esquila, aqui pra mim, foi como uma resposta àquelas velha questão de “como atualizar a música regional sem ficar um bicho com o rabo no meio da testa?”.
Não que essa atualização seja obrigatória. O campeirismo e o nativismo estão aí, permanecendo e se reforçando, nos deram e seguem dando arte sublime e original. Mas prender nossa música ao rural e ao passado é diferente: é um tradicionalismo que “não me representa”. Assim, todos os gaúchos urbanos e conectados ficamos excluídos e somos obrigados a se rebuscar na cultura estrangeira, sempre e só? Acho que não.
Pirisca e sua Comparsa Elétrica são uma das sonoridades mais agradáveis nessa fértil leva de gaúchos cosmopolitas que está arejando a nossa cultura, encontrando parceiros na capital, pelo interior e em toda a região platina, que é a nossa.
O seu jeito de juntar os elementos é muito coeso e lírico: da bombacha com o tênis surrado, do acordeon fazendo costado pra telecaster, não há no palco a esquizofrenia angustiante das vanguardas conceituais, metendo elementos estudados até a música virar uma boneca e mover-se aos trancos pelo salão. A naturalidade é completa, a guitarra parece sempre ter estado ali. E as milongas se misturam com os blues sem que se note os degraus e as emendas.
Cinco (seis com o Zelito) excelentes músicos vão dando asas aos sons, e você nem nota se é um xote ou um reggae, se o bumbo leguero é o surdo da bateria. O RS e o mundo ficam ali no Itaimbé.
Pra quem espera faz anos que o colorido dos rótulos desbote, a noite foi um luxo. E pra quem não quer saber, só ouvir música tocada com beleza e competência, também.
Só agradeço.”
‪#‎clubedaesquilasm‬


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#PorqueSomosComparsa

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